diHITT - Notícias Música & Café: Fé
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Fé...

Dream a little dream with me...


Ter fé em algo, em alguém, é das coisas mais belas e misteriosas que podemos sentir. A fé, na base bíblica, vem de acreditar em algo que seja impossível ver e ouvir, mas apenas sentir. A fé, também pela bíblia, por menor que seja, pode ter resultados surpreendentes (mover montanhas e etc). Mas quando passamos por diversas situações e temos a nossa fé abalada, o que fazer?

Quando você deposita em algo, ou em alguém, todas as suas "fichas", incondicionalmente você acredita que "dessa vez vai dar certo". Você vive e respira por ela. Você deixa e arrisca tudo por ela. Tudo parece perfeito até que tudo vai por água abaixo.

Talvez a pureza da fé ou do que sentimos e queremos se torna obsessão. O amor se torna um presídio, onde não se pode fazer isso ou aquilo. Tem hora pra chegar e limites incontestáveis. Acaso amor é isso? Fé tampouco.

Não, não adianta, sempre os temas serão esses, ou estarão em torno deles. Nossa vida anda tão carente de coisas extraordinárias, que o sensacional que ocorre hoje é furar um pneu do carro ou coisas do tipo. Em Brasilia vê-se muito disso. Pessoas que tem tudo, propriedades, empregos estáveis mas estão completamente desoladas no quesito sentimento. O que as eleva a alma é apenas um show, uma bebida.

Entendo que o mundo caminha para que as pessoas andem cada vez mais sozinhas e desacompanhadas. Prega-se hoje o 'solteirismo', pois ambas partes não sabem mais conviver como um só em dois corpos. Sem contar que até a lei facilita as coisas hoje.

Não, nobres colegas, não venho aqui dizer o que é errado ou certo mas, certa vez, em uma conversa com um professor ele dizia que antigamente as mulheres e as famílias valorizavam várias coisas, entre elas a virgindade e nos tempos atuais as pessoas nem se lembram disso. Nos comentários que seguiram a conversa ele disse que se as famílias, ou as pessoas, não valorizavam mais isso, imagina o que não irão valorizar no futuro?

Mais uma vez digo, não vim aqui dizer o que é certo ou errado. Isso cabe a quem vive. Tenho o meu ponto de vista, somente isso.

Tenho fé...

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The Time of Hope

Amigos leitores, hoje completa um mês que nada escrevo nesse blog. Alguns motivos me levaram a isso. Alguns desmotivos também o levaram. Excesso de uma coisa, falta de outra. E da última vez que escrevi simplesmente não escrevi. Estava muito mal emocionalmente e minha racionalidade foi pelo ralo. Mas, hoje em dia, as coisas estão muito rápidas. A tecnologia hoje é um grande diferencial das grandes novidades. E pelo que vi e ouvi hoje, a tecnologia é tão mais evoluída que nem as pessoas sabem mais como controlá-la. Esse caso da Gol é um belo exemplo disso. Tentaram substituir um software que faz as escalas de tripulação, no meio das férias escolares. E chegou no fim de julho tudo virou um caos.

Mas, por que citar esse exemplo da tecnologia? Nós seres humanos somos mais temporais. Temos a receita para todas as más e boas coisas que nos ocorrem: O Tempo. Aqueles velhos e enfadonhos clichês de que o tempo cura tudo e que tudo depende de nós e outras coisas que já estamos carecas (nem tanto, mas os cabelos brancos já estão dando o ar da graça novamente) de ouvir. Mas há algo que não morre com o tempo. Há algo muito mais forte que o próprio tempo. Na verdade existem coisas que estão muito além do que chamamos tempo. Eu diria que estão em outro tempo. Ou que elas têm o tempo delas.

Fato é que a esperança, muitas vezes usadas em piadas desonestas e cafonas (a sogra chamada Dona Esperança), é de fato algo que não busca tempo. Não tem hora. Nem prazo de validade. O que acontece a ela é que muitas vezes ela fica adormecida. Assim como fazemos também com nossos sentimentos e até a nossa fé. Eu penso que quem não tem fé nem amor não tem por que esperar por nada. Uma vida sem sentido sem nexo e efeito é puro retrato da falta de esperança. Esperar é algo que nos consome tempo, mas esperança é algo que nos alimenta.

Esperança, segundo algumas pesquisas, é uma crença emocional na possibilidade de resultados positivos relacionados com eventos e circunstâncias da vida pessoal. A esperança requer uma certa perseverança (lembra do tempo?) — i.e., acreditar que algo é possível mesmo quando há indicações do contrário. O sentido de crença deste sentimento o aproxima muito dos significados atribuídos à fé.

Temos então a esperança ligada à fé. Acreditar em algo que mesmo parecendo impossível acontecer, esse sim irá, pela força da nossa "fé" ocorrer. Esperança é muito parecido com sonhos. Mas vem um pouco além deles. Quando a esperança renasce, ela trás consigo tudo de bom em nós que estava adormecido. É a vida querendo viver novamente.

Esperança. E não é nada em favor do Criança Esperança que começou, para doar.... ops.

E escutem Esperanza Spalding tocando e cantando essa linda música de Stevie Wonder:


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Saindo Do Anonimato

A dúvida (como ja postei em outra oportunidade), o medo (como já postei em outra oportunity) e a falta de fé (que ainda não postei em nenhuma oportunidade) talvez sejam o que nos deixam tão inertes para tomar certas atitudes (que também ja postei em outra oportunidade). Mas como eu disse "talvez" há outras situações que nos deixam inertes, talvez a experiência passada, talvez até o medo de acertar faria isso.

Permanecer inerte, sem movimento e ação voluntária, é muito bom e cômodo, pois poupa estresse e não dói. Para várias situações estar inerte é sim a melhor saída. Principalmente quando envolvem questões de cunho emocional, haja visto que a falta de atitude fariam que as coisas permanecessem em seu estado natural: a mais completa e pura inércia.

Dançar conforme a música talvez seja a maneira que outras pessoas que não querem se manifestar reagirem à inércia. O problema se daria em não se impor diante da situação, afinal, a música está tocando mesmo, o dolar está subindo mesmo, os haitianos continuam morrendo mesmo, milhões morrem na África e do nosso lado também. Melhor dançar conforme a música e deixar as coisas como estão, pra que tentar fazer algo diferente se a comodidade de ficar inerte e anônimo nos faz tão bem?

Há coisa que necessitam de respostas e atitudes imediatas e é sobre isso que venho falar hoje. Ter e tomar a atitude de sair da inércia e do anonimato. "Mas, seu blogueiro, eu não estou no anonimato, eu até que fui atras, mas não deu certo", é tão fácil desistir assim? Simplesmente deixar pra lá? E o que você acredita, não conta mais? Ou você não acredita em mais nada? Oportunidades são únicas em alguns casos, e só carecem de um mínimo de atitude. As vezes só resta ao vento uma pequena brecha na janela para que ele invada toda a casa e traga suavidade.

Ter e saber como arriscar é o que faz de nós pessoas de sucesso. Musicalmente a coisa funciona dessa maneira. Lançar algo jamais imaginado, um rítimo original, um estilo único. Mas é mais fácil ir pelo convencional, não é mesmo? Melhor copiar algumas músicas internacionais e traduzí-las e colocar aqueles rítimos mais escabrosos possíveis a criar algo original. Melhor dançar conforme a música. Melhor permanecer inerte. Melhor ficar anônimo. A menos que você queira correr riscos. Encarar a situação como de fato é e não ficar se escondendo atras de seu fantástico mundo de Bob, achando que a situação já está resolvida.

Afinal, como sair do anonimato? Simples, faça o que precisa ser feito, pense nas consequências, pense nos contras, mas não esqueça que nem todas as consequências são negativas e há prós. Há dois pesos e duas medidas, uma levaria você ao fundo do poço de vez, ou te levaria aos céus. Mas o que você prefere? Ficar inerte é mais fácil, mas que tal correr riscos?

Post dedicado à minha madrinha rs...


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