diHITT - Notícias Música & Café: Alex Murdoch
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Um Pé Atras...

Nobres blogueiros, amigos, colegas, curiosos e "atenciosos", antes de mais nada gostaria de agradecer de coração à visita que cada um fez, refez e faz a esse blog, também gostaria de agradecer a cada comentário, uns mais completos outros mais simples, mas todos bem aceitos. Agradeço a todos de coração.

Começar as coisas com um pé atras nos faz manter a distância correta para não nos perdermos. Seria como não sair de casa sem o mapa, se prevenindo, olhando as condições climáticas, o tráfego adiante, com o pé pronto para pisar no freio e com a sensibilidade ultra mega aguçada. Mas nos esquecemos, às vezes, de algo bem curioso: Um pé pode estar atras, mas o outro deseja caminhar. O complicado mesmo seria ao cérebro coordenar os dois movimentos simultâneos, pois, mesmo num carro torna-se impossível acelerar com o freio pressionado.

Nosso subconsciente trabalha de forma estranha, acaba armazenando os erros do passado e, ao mínimo suspiro parecido, ficamos completamente estagnados. Mas é possível que isso seja mudado? Talvez haja uma maneira: Voltar a pensar como crianças, quando cair dá árvore não estava nos planos, mas sempre subíamos, até ao mais alto galho.

Afinal, qual o seu medo? Qual o nosso medo? De errar novamente? Ou talvez você tenha medo de acertar. Mas a mente diz que é melhor não fazer, talvez porque o coração já não aguenta tanto sofrer e não estaria pronto para mais uma ou o coração não acredite mais que é possível. Mas tenho uma triste notícia para dar-te: "É possível sim!". Acha que chegou aonde está mediante os seus momentos felizes? Esqueces-tes que seu passado, nosso passado, foi cheio de dores? E hoje enfrentamos as coisas com mais calma e consciência, graças ao que passamos no passado. Mas hoje estamos tão frios que deixamos a nossa mente e nosso subconsciente, mesmo inconscientemente, dominar o nosso modo de agir. É a defesa do nosso coração. Assim como da mesma maneira agem os anticorpos contra seres 'desconhecidos' que invadem o nosso corpo, nossa mente quer repelir e nos dizer que não é hora, que não estamos prontos, ou que não podemos ser felizes. O nosso cérebro simplesmente envia o comando aos membros inferiores para que permaneçam parados. Então nós, com muito esforço preparamos o primeiro pé para dar o passo, mas o outro, subconscientemente, desobedece e temos o famoso 'pé atras'.

Por que fiz a analogia à uma criança? Pelo simples fato de a criança não saber os riscos que corre. Mas você pode dizer: "Mas agora as coisas são diferentes, pois agora eu sou adulto(a)". Será que é necessário tanta racionalidade quando falamos a respeito de nosso coração, de nossos sentimentos? Você e eu assumimos riscos todos os dias ao entrarmos em nosso carro e dirigimos por essas estradas esburacadas, motoristas malucos, trânsito frenético (frenético é coisa de adolescente). E a nossa mente não faz objeção pois não sofremos (alguns de nós) danos (ainda). Daí então preferimos nos manter assim, ficar "guard against". Mais fácil não dar a cara pra bater. Mas eu valorizo quem não usa isso para sair por aíse dando por metade e usando a frase que eu repudio: "Solteiro(a) sim, sozinho(a) nunca". Isso é de uma falta de compromisso consigo mesmo.

Mas claro que também não é necessário que as coisas sejam atropeladas, um degrau de cada vez mas, que passos sejam dados. Mantenha um pé atras, mas saiba que o o outro pé deseja caminhar...

Blue Mind
Alexi Murdoch

Got no time
Got no mind
For the line
In my life
No time to think
Time for sleep now
Time to sink way into the blue, dear

Got no time
Got no mind
For the line
In this life
No time to think
Time for sleep now
Time to sink way into the blue, dear

So watch your time
Time descends
Let it spill quietly
From your hands
Oh, and the time is at hand
When all things under the sky
Go free of time
Time is passing you by
Got no time
And I am drifting
Yes, I am drifting

Remember when you were only a child
Remember when you were only a child
Remember when you were only a child
Start to see with your blue mind
Start to see with your blue mind
Don't be afraid of what you find
No, don't be afraid of what you find
Cause I am drifting
Yes, I am drifting
Slowly, slowly I am drifting
Slowly, slowly I am drifting
Yes, slowly, slowly I am drifting


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I Had A Dream

Essa frase foi dita diversas vezes por vários homens. Ela representa muito mais que um sonho, muito mais do que um bordão político. Ela representa um marco entre o que eramos e o que somos hoje. Um sonho faz com que as pessoas mudem toda a sua rotina, mas nem todas as pessoas agem corretamente depois de ter sonhado, ou tido uma espécie de previsão, profecia, encare como quiser.

Eu particularmente não tenho sonhos diagamos "reveladores". Já tive alguns sonhos estranhos, umas coisas esquisitas, que nada mudaram ou surtiram algum "efeito" real. Mas há quem sonhe e acredite tanto naquilo que acaba de alguma forma colaborando para que ocorra algo do tipo. Mas o que me deixa irritado é a pessoa que sonha com algo que pode ser preocupante e ao invés de tentar mudar alguma coisa simplesmente cruza os braços e deixa acontecer e ainda depois culpa a outra pessoa por não ter dado crédito ao seu sonho. Aí posteriormente batem no peito e dizem: "Eu sabia que ia acontecer". Sabia e nada fez pra mudar, hipócrita. E não adianta ficar nervosinho(a) não, já que você tinha a saída nas mãos e simplesmente deixou a bomba estourar.

Desculpe, nobres colegas, mas há coisas para as quais não adianta discutir. Há pessoas que têm tanto poder de argumentação que discutir com elas é como brigar com cachorro bagunceiro, briga, briga, briga e ele ainda continua abanando o rabo e com a língua pra fora.

Mas o que temos feito com nossos sonhos? Será que nós mesmos acreditamos em nossos sonhos a ponto de mudarmos nossas atitudes para que esses sonhos aconteçam? Ou será que temos deixado que as coisas negativas cheguem e destruam tudo que temos para que no final nosso orgulho e "dom profético" fale mais alto?

Temos de saber de onde vêm nossos sonhos. Algumas pessoas dizem que o sonho vem de Deus, outras que aquele sonho é coisa do "malígno"(como diria minha mãe). Eu, particularmente, penso que a maioria dos nossos sonhos vêm de nossas cabeças confusas, mas você não precisa acreditar no que eu falo, mas não precisa teoria pra saber que alguns sonhos nos mostram o que pode ou não acontecer.

Não deixe seus sonhos morrerem, sonhe, sonhe, primeiro porque não custa nada. Mas não fique só sonhando, acorde para a vida, já que alguns sonhos dependem de nossa atitude para que virem realidade.

Lets take a coffee? Essa música eu ouvi uma vez num seriado que assitia, Prisonbreak, vale a pena, tanto a música quanto o seriado.


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