diHITT - Notícias Música & Café: Música
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Melodia Sentimental


Melodia Sentimental
Composição : Heitor Villa Lobos

Acorda, vem ver a lua
Que dorme na noite escura
Que surge tão bela e branca
Derramando doçura
Clara chama silente
Ardendo meu sonhar
As asas da noite que surgem
E correm o espaço profundo
Oh, doce amada, desperta
Vem dar teu calor ao luar
Quisera saber-te minha
Na hora serena e calma
A sombra confia ao vento
O limite da espera
Quando dentro da noite
Reclama o teu amor
Acorda, vem olhar a lua
Que brilha na noite escura
Querida, és linda e meiga
Sentir seu amor é sonhar

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A Little Trick


Seria tão simples se algumas coisas se modificassem apenas com um truque, um passe de mágicas. Mas, aí estaríamos ou estaria eu afetando no rumo das coisas. O correto também não é deixar com que as coisas simplesmente percam o controle.

Até porque, fazer mágica não é nada fácil (a não ser pra quem fica só olhando). De repente de uma carta sai um pombo (odeio pombos). Eu já tive algumas experiências com mágicas que foram até bem sucedidas, por exemplo, consegui fazer com que meu salário mínimo de anos atrás durasse mais de um mês (lógico, não tinha contas pra pagar, aí está o truque).

Mas uma coisa é inegavelmente certa: a música faz com que os problemas sejam encarados de forma mais (ou menos?) fácil e até levar a situação dramática de maneira cômica (isso parece rir para não chorar). Enfrentar tudo de bom humor faz com que a vida seja 'menos pesada' e mais prazerosa.

Outra coisa que me faz bem (se a você não faz sinto muito) é prever o pior da coisa sempre (pessimismo?). Não é pessimismo. Mas pensando tecnicamente, o que vier de 'bom' ou 'melhor' seria uma surpresa, não acha (você está é ficando doido)?.

Mind Trick
Jamie Cullum

I missed the opportunity
to get you babe to stay with me.
Never thought, I'd regret the excuses that I've made
like a song,it will fade

If there's music in the night,
And it's really, really right,
It's the only thing I need.
it intoxicates your mind
All your troubles left behind
So come on and take my lead.
it's not just me who feels it
music plays a mind trick
watch me forget about missing you

so i put my feelings out to dry
love, one day again,
i'll have to try.
falling out, making up
it seems such a silly game
why do i never gain?

If there's music in the night,
And it's really, really right,
It's the only thing I need.
it intoxicates your mind
All your troubles left behind
So come on and take my lead.
it's not just me who feels it
music plays a mind trick
watch me forget about missing you

na na na's

If there's music in the night,
And it's really, really right,
It's the only thing I need.
it intoxicates your mind
All your troubles left behind
So come on and take my lead.
it's not just me who feels it
music plays a mind trick
watch me forget about missing you

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You're Every Line, Everything, Every Song

Há algum tempo atrás escrevi um post chamado "Engraçado..." e nesse post trouxe uma música que se chamava "Funny The Way It is" que traduzida se entende por "Engraçado como as coisas são". Hoje venho, não repetir a música ou esse post, apesar de ser bem conveniente fazê-lo nesse momento.

Em um dos trechos dessa música, que eu acho fantástica, Dave Matthews diz uma coisa interessante: "Engraçado como alguém sofre e isso vira nossa canção favorita". Algumas músicas que são escritas e cantadas às vezes nem sucesso sequer fazem, outras viram a "cara do artista" e por onde o coitado passar, tem que cantar.

Um belo exemplo da música que sempre será cantada é a música que acompanha esse post. Hoje não quero falar muito, nem há razões para tal (queimei meus neurônios ontem), então deixe que essa canção fale...

Café?

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Lets Go Beyond...

Ser feliz está além do simples sorriso, pois além de ser uma tarefa árdua, a felicidade se mistura nos atuais momentos em outros sentimentos, uns dispensáveis outros indispensáveis. A quem é chegado ao sucesso, gosta de ter e ser, de mostrar e ser visto. Há também quem é totalmente averso ao anterior. Mas há também quem saiba lidar com ambas situações e pessoas.

Não gosto muito de falar "eu sou assim, meu jeito é esse". Gosto de simplesmente me sentir satisfeito e bem com minha alma e consciência. Mas sempre nos jogamos nas maiores enrascadas terrenas em busca da tão sonhada felicidade e, na maioria das vezes, nos damos conta que o caminho para a felicidade simplesmente passou despercebido pois estávamos desapercebidos (uh que lição gramatical, um salve ao google). Mas nosso senso de estarmos sempre certos nos faz não contornar o caminho e sempre vimos com aquela velha desculpa de que na pista não há retornos, simplesmente pois não nos damos o luxo de reconhecer que erramos.

Mas ainda não é sobre isso que eu pretendo blogar hoje. Hoje quero fazer um convite. Que tal tentar? Que tal tentar ser feliz? Ou, menos: Que tal tentar se mexer? Muito cômodo ficar dentro de casa, acolhido em nosso mundo virtual enquanto há tanto o que se viver no mundo real. Mas será que queremos viver tal mundo? Será que o mundo real é o lugar onde vamos ver que somos iguais ou tão falhos quanto todos os outros normais? Ou veremos nesse local que somos e queremos mais e que podemos ser e fazer diferença. Mas como eu disse em outra oportunidade: É mais fácil não ser o que somos e nos conformarmos com as características do mundo em que vivemos. Ser adaptável e moldável. Sim, somos perfeitos quando vestimos a máscara e fantasia que os terceiros desejam.

Que tal tentar? Que tal tentar ser você mesmo? Que tal gostar do que realmente lhe faz bem? Que tal provar do seu prato? Que tal ser você? Sim eu sei nobre colega e amigo leitor, é muito difícil nos impormos. Ou pior, é mais fácil cedermos a ter personalidade. É mais fácil. Mas se você procura facilidade, então você não procura felicidade. Você procura talvez apenas momentos de alegria, que como disse no início da postagem, são misturados e confundidos com a felicidade.

E vem aquele sentimento que nos toca no travesseiro antes de os olhos se fecharem, onde a nossa mente confusa e bagunçada simplesmente insiste em não aceitar que não estamos felizes e que só estamos vivendos momentos, deixando situações de lado. Situações geram momentos eternos. Momentos por si só não geram situações, só geram momentos. O que você deseja viver? O fácil ou felício? Emoções ou amor? Eterno ou 'enquanto dure'? Pra ficar mais fácil escolher o que você deseja simplesmente não misture os sentimentos. Ou se for misturar, misture com a dosagem certa. Talvez dessa forma você finalmente consiga ir além do ser simplesmente normal...

Mais Além
Lenine

A leste das montanhas da nação Cherokee
Um índio na motocicleta cruza o deserto
Ao longe o cemitério onde dorme o pai,
Mas ele sabe que seu pai não está ali,
É mais além (Mais além)

A linha que separa
O mar do céu de chumbo
A gaivota caça o peixe radioativo
O náufrago retém a última miragem
E morre como se continuasse vivo
É mais, é mais além

Um pouco de exagero, não é nada demais
Um olho nas estrelas, outro olho aqui
O astrônomo lunático
Brincando com o sol
Descobre que a distância
Não é mais que um cálculo
É mais, é mais, é mais além

A lua metafísica na poça de lama,
Ponteiros que disparam
Ao contrário das horas
Hora de saber o que mudou em você,
Que olha no espelho e não vê ninguém
É mais, é mais, é mais, é mais além

O homem sobre a areia como era no início
Roçando duas pedras, uma em cada mão
Descobre a fagulha
Que incendeia o paraíso
E imaginou que havia inventado Deus
É mais, é mais, é mais, é mais, é mais além


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Seria Tão Mais Fácil

Eu, que sou músico, digo a algumas pessoas da área que, às vezes, prefiro escutar a música e tentar 'descobrir' as notas a simplesmente digitar no google a cifra e sair tocando sem nem entender a escala ou sequência do que está se tocando. É mais fácil, também, aos designers simplesmente 'criarem' em cima do que já foi feito, o famoso 'template' é o que mais se usa hoje em dia, haja visto que não há motivos para criar quando já se foi criado. Mas nem tudo já foi concebido.

Será que ser criativo não interessa mais? Eu sempre defendi a teoria autodidata das coisas, aprender por si só, por próprio interesse. Mas, calma, não estou aqui a condenar os estudiosos e ensinadores. Passa longe desse pequeno blogueiro querer ser o mestre da razão e das ciências, ou doutrinador master da vida alheia. Sou humilde a ponto de não cobrar nem meu 1 mês de salário atrasado, vendo a situação em que se encontra o meu recinto de trabalho (vou confessar que não acho que encontrarei em minha vida um patrão tão gente boa e honesto como o meu, pelo menos me sinto muito bem trabalhando com ele). E talvez a criatividade esteja esquecida de lado pois no mundo das coisas urgentes é melhor pagar por uma foto profissional com modelos que você nunca viu a simplesmente criar algo diferente.

É mais fácil ser mais um e não somar nada. Não fazer diferença, nem diferente. É mais fácil ir por caminhos já trilhados, pois quem já foi chegou são e salvo, a viver suas próprias esperiências. Medo de errar? Tenho também, mas isso não me impedirá de seguir, não nos impedirá.

Nessa teoria do "pra que fazer se já está feito?", ou "não inventa". NÃO! Não seja simplesmente, seja totalmente. A vida sempre e sempre será conquistada por quem, não só teve objetivos e foco, mas por quem soube a hora certa de se lançar ao fundo mesmo não sabendo que lá embaixo haveria terra firme. De pessoas que ousaram dar a "cara pra bater".

Qual caminho você quer seguir? O mais fácil, que dará no mesmo lugar, ou o que traçamos que dará a mundos "jamais explorados"?


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Rules and Jazz

Se fosse tudo conforme o que quiséssemos as coisas seriam tão fáceis. Se o mundo fosse regido apenas por nossas regras, seria tudo tão simples. Mas, afinal, ele não é? Não é você que dita suas regras? Você acorda e dorme na hora que der na telha. Você vai e volta quando e com quem quiser, não é mesmo? Então você dita as regras do seu mundo. Nós fazemos a nossa própria sorte. Acordamos e, se quisermos, vamos trabalhar, se não basta um telefonema e uma estória bem contada e ganhamos um dia de folga sem nem sermos descontados ou demitidos. Fazemos nosso mundo à nossa maneira e ao nosso modo.

Eu, como já falei outras vezes e por meio deoutras palavras, não sou muito ligado a teorias. Não gosto muito de discutir sobre os teoremas, leis ou fórmulas. Gosto de viver o meu mundo à minha maneira e à maneira do meu ambiente. Sou completamente, digamos, adaptável à diversas situações, talvez por isso eu seja um bom vendedor (pelo menos é o que dizem). E o fato de não gostar de teorias se reflete na minha enorme dificuldade de ler partituras, mesmo tocando alguns instrumentos e entendendo rítimos, eu sou muito mais o simples improvizo que o jazz proporciona. Minhas músicas preferidas são as "ao vivo", pois ao vivo os músicos mostram o que realmente são fora de estúdios e colagens feitas. É necessário pura habilidade e domínio do que se está a fazer, haja visto que ante à platéia as regras e as teorias pouco importam, pois quase nenhum deles sabe o quanto você estudou, mas querem ouvir e ver um bom som harmonizado.

Certa vez fui discutir com uma pessoa sobre comportamentos e os argumentos que meu "adversário" me apresentava nada mais eram que teorias escritas, não apresentava nada de concreto e provado, apenas teorias de um ou de outro filosofo, enquanto meus argumentos eram apenas as minhas experiências e a discussão terminou de forma a ele me praguejar pois as minhas experiências não estavam catalogadas. Não sei quem ganhou, mas eu não saí perdendo (prepotente, humpf).

Mas, ao ditarmos a regra do nosso mundo ou do mundo todo em que vivemos, devemos tomar o cuidado de não atrapalhar ou quebrar as regras dos outros. Algumas pessoas preferem certo tipo de música, outras preferem não escutar nada. Algumas gostam de televisão outras preferem o velho e bom jornal. Cabe a cada um saber que para todas as regras existem suas exceções.

Essa postagem veio de uma canção de Leslie Bricusse, e música readaptada de Jamie Cullum. Vale a pena ouvir e tomar um café bem ao ponto...

If I Ruled The World
Leslie Bricusse

If I ruled the world
Every day would be
The first day of Spring
Every heart would have
A new song to sing
And we'd sing of the joy
Every morning would bring

If I ruled the world
Every man would be
As free as a bird
Every voice would be
A voice to be heard
Take my word
We would treasure each day
That occurred

My world would be
A beautiful place
Where we would weave
Such a wonderful dream
My world would wear
A smile on its face
Like the man in the moon
When the moon beams

If I ruled the world
Every man would say
The world was his friend
There'd be happiness
That no man could end
No my friend
Not if I ruled the world
Every head
Would be held up high
There'd be sunshine
In everyone's sky
If day ever dawned
When I ruled the world
If I ruled the world


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Por Que Música?

Hoje enquanto ouvia Céu cantando Mais Um Lamento, me veio a cabeça algumas questões que, para algumas até obtive respostas, já para outras não. Uma das questões por exemplo é será que todos os artistas ou cantores que sejam, vivem o que cantam ou compõem? Será que as músicas são cantadas com sentimento de quem as compôs, ou o dinheiro comprou os direitos sentimentais do autor? Será que a música é só mais um emprego ou atividade?

Ouvimos com frequência notícias de pessoas que, de repente, explodem na mídia com canções que possuem letras nada elaboradas, ou nada passam a não ser mensagens de cunho sexual, ou mensagens de nada com nada ("já tenho até uma íngua por causa do seu inglês"). Essas pessoas duram tanto quanto a demora que tiveram para explodir na mídia (as vezes queremos explodí-las junto com a mídia), duram pouco tempo e deixam seus passos, muitas vezes, marcados por momentos negativos. Esse sucesso dura o tempo suficiente para que os "felizardos" arrumem outra profissão. Mas o papo não é esse.

O papo é Why Music? Por que a música mexe tanto com a gente? (ta bom, eu faço perguntas demais). Mas existem músicas e músicas. Aquelas que nos elevam, aquelas que nos derrubam, e aquelas que nos fazem refletir. Essa música da Céu é uma que me fez elevar, me fez cair e me fez refletir. Eu penso que a Maria do Céu tenha passado por alguma provação sentimental, onde ela deve ter sofrido um cadin, como os mineiros diriam. Essa canção dela eu ja havia postado, mas vale a pena ouví-la novamente acompanhada de um café no ponto (eu sei fazer um que é muito bom).

Mais Um Lamento
Céu
Composição: Danilo Moraes / Céu

Vai ser difícil, vai
Encontrar um amor como o seu, ai
Como dói no meu peito
Seu gosto é bem do jeito que eu gosto
Bem do jeito, lamento

Que é só mais um lamento entre tantos já feitos
Quisera desse jeito lembrar de outros tempos
Só pra matar um pouco a saudade
Mesmo assim querendo que você não ouça
Meu grito aqui de longe
Minha dor, meu lamento.






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